segunda-feira, 8 de março de 2010

RESUMO GEOGRAFIA

Fronteiras existem na natureza, e as fronteiras naturais são dinâmicas e zonais. As fronteiras fixas e lineares são criações humanas da esfera política.As linhas de fronteira internacionais dos mapas políticos delimitam o território dos estados. o estado é uma comunidade política que se caracteriza pela existência de um poder soberano. No estado-nação, esse poder representa a vontade do povo. O Brasil é um estado-nação.

Território é a construção política e histórica, que espressa os padrões de apropriação de um espaço geográfico por uma sociedade. No Brasil, o modelo de federação, o esforço de integração do vasto território e a transferencia da capital para o interior refletem um projeto nacional definido a partir da proclamação da república.

Durante muito tempo os brasileiros apenas "arranharam o litoral" e a economia do país estruturou-se com base no cultivo de produtos de exportação. A "conquista do interior" iniciou-se junto com o projeto de modernização industrial do país.

A nação brasileira apresenta expressiva diversidade cultural, que decorre da formação histórica da sociedade. Depois da abolição da escravidão alaborou-se um conceito de mestiçagem, que veicula a idéia de um "povo novo", formado pela mescla criativa de diferentes contribuições sociais.

O Brasil figura entre os grandes países em desenvolvimento, contudo, grandes desigualdades sociais e regionais são apresentadas e explicadas pela trajetória histórica pontuada pela escravidão e pela concentração de propriedade da terra.

RESUMO / FERNANDO - Algas

o termo alga denomina organismos eucarísticos fotossintetizantes, com organização corporal simples, que vivem no mar, em lagos, em rios ou em superfícies úmidas. Grande parte da algas é unicelular, mas há diversas espécies multicelulares. Quanto à estrutura interna, porém, as algas não apresentam tecidos nem órgãos diferenciados, como ocorre nas plantas.



Clorofíceas ou algas verdes:

existem espécies unicelulares e multicelulares. Cores variam entre verde intenso até tons de verde acastanhado ou acinzentado. A maioria é aquática, com espécies marinhas e espécies de água doce; umas poucas vivem em barrancos e troncos de árvores em locais de grande umidade. No litoral brasileiro o tipo mais comum é a Ulva ou alface-do-mar. Alguns tipos vivem em associação multualísta com fungos, constituindo liquens, outras vivem no citoplasma de células de animais e conhecidas como zooclorelas, essas fornecem ao cnidário substâncias orgânicas nitririas produzidas por meio da fotossíntese e o animal às garante abrigo, nutrientes inorgânicos e certas substâncias orgânicas de que necessitam. Esse tipo de associação mutualística é chamado de endossimbiose.

tipo de clorofila: a e b

componentes da parede celular: celulose

substância de reserva: amido

pigments acessórios: carotenos e deversas xantofilas


Feofíceas ou algas pardas:

São multicelulares e vivem no mar. A cor das feofíceas vai do bege claro ao marrom-amerelado. Nos mares tropicais há poucas espécies. Algumas espécies acumulam carbonato de cálcio na parede celular, o que les confere um aspecto petrificado.

tipos de clorofila: a e c

pigmentos acessórios: carotenos, fucoxantina e outras xantofilas

substância reserva: óleos e laminarina

componentes da parede celular: celulose e algina


Rodofíceas ou algas vermelhas:

A maioria é multicelular. São abundantes nos mares tropicais, mas também ocorrem em água doce e em superfícies úmidas. A cor pode variar do vermelho ao roxo-escuro.O talo é geralmente ramificado, com estrutura especializada na fixação ao substrato.

tipos de clorofila: a e d

pigmentos acessórios: caritenos, diversas xantofilas, ficoeritrina e ficocianina

substância reserva: amido das florídeas

componentes da parede celular: celulose,ágar e carragenina


Diatomáces:

São unicelulares e vivem principalmente em mares de água fria, mas há varias espécies em lagos de água doce. Suas células são recobertas por uma carapaça denominada fúrcula, constituída por bióxido de silício. Em muitas espécies a fúrcula é formada por duas partes encaixadas. Muitas vivem na superfície dos mares e lagos, constituindo parcela importante do fitoplâncton. Há espécies que secretam um muco aderente, que lhes permitem viver grudadas à superfície de diversos organismos marinhos.

tipos de clorofila: a e c

pigmentos acessórios: carotenos, fucaxantina e outras xantofilas

substância reserva: óleos

componentes da parede celular: dióxido de silício


Crisofíceas ou algas douradas:

A maioria é unicelular e há tanto espécies marinhas como de água doce. Os pigmentos marrom-amarelados e a iridescência produzida pela sílica ressente na parece celular conferem a algumas espécies um aspecto dourado.

tipos de clorofila: a e c

pigmentos acessórios: carotenos, fucoxantina e outras xantofilas

substância reserva: óleos e crisolaminarina, um polissacarídio

componentes da parede celular: celulose (alguns casos com bióxido de silício)


Euglenóides:

A maioria é de água doce. São organismos unicelulares livre -jatantes, cuja célula não apresenta parede celular. Em geral apresentam dois flagelos, um curto, que não chega a emergir da célula e outro longo, usado para locomoção. A cor verde de muitos euglenóides deve-se à presença de numerosos cloroplastos. Entretanto, há espécies sem cloroplastos, cuja nutrição é exclusivamente heterotófica.

tipos de clorofila: a e b

pigmentos acessórios: carotenos e xantofilas

substância reserva: paramilo

componentes da parede celular: sem parede celular


Dinoflagelados:

São unicelulares. A maioria vive no mar e, junto com as diatomáceas, constituem parte importante do fitoplâncton oceânico. Os dinoflagelados têm dois flagelos, o que lhes permitem deslocar-se rodopiando. Agumal espécies de dinolagelados vivem endossimbioticamente dentro das células de protozoários e de certos animais marinhos em relação mutualística constituindo as chamadas zooxantelas. São a causa da bioluminescência do mar e da maré vermelha.

tipos de clorofila: a e c

pigmentos acessórios: carotenos, peridina e diversas xantofilas

substância reserva: amido e óleos

componentes da parede celular: celulose


Carofíceas:

São multicelulares de água doce que crescem geralmente ancoradas a fundos submersos. Seu talo é complexo, muitas espécies ecumulam carbonato de cálcio nas pareder celulares o que lhes confere um aspecto áspero e petrificado. A cor normalmente é esverdeada tendendo para o castanho-acinzentado.

tipos de clorofila: a e b

pigmentos acessórios: carotenos e xantofilas

substância reserva: amido

componentes da parede celular: celulose e carbonato de cálcio



REPRODUÇAO:


Assexuada: por divisão binária, a célula divide-se por mitose, originando dois novos indivíduos. Em muitas algas filamentosas, ocorre a reprodução por fragmentação de talos.

Sexuada: em algumas algas unicelulares cada organismo comporta-se como um gamela. Dois indivíduos sexualmente maduros fundem-se e originam uma célula diplóide contida no interior de um envoltório, formando o zigosporo. A célula diplóide do sigósporo passa por meiose e origina quatro novos indivíduos haplóides, que poderão reproduzir-se assentadamente ou repetir o ciclo sexuado.


Importância ecológica e econômica das algas:

o fitoplâncton é a baase de sustentação das cadeias alimentares nesses ecossistemas. O plâncton é responsável por quase 90% de toda a fotossíntese realizada no planeta, logo ele é responsável por quase todo o gás oxigênio presente na atmosfera.

Diversas algas são comestíveis

de alguma algas vermelhas são extraídas substâncias economicamente importantes, como o agra e a carragenia

RESUMO / FADU - Sistema Reprodutor Masculino


Órgãos externos: Pênis e Escroto

Órgãos internos: Canais deferentes, glândulas seminais e a próstata.


Pênis: orago copulator masculino, apresenta internamente três cilindros de tecido erétil e um corpo esponjoso ao redor da uretra. Próximo à extremidade do pênis, o corpo esponjoso expande-se formando a glande, que apresenta grande sensibilidade à estimulação sexual. A glande é protegida por uma prega de pela denominada prepúcio. Durante a excitação sexual os três corpos de tecido erétil sofrem o acumulo de sangue em seu interior e promovem a ejeção do órgão copulador.


Escroto: é uma bolsa de pele situada entre as coxas, embaido do pênis, no interior da qual se alojam os testículos.


Testículos: são constituídos por milhares de túmulos seminíferos e por camadas envoltórios de tecido conjuntivo. No interior dos túmulos seminíferos sano produzidos os espermatozóides, os gamelas masculinos.


Epidídimos: os espermatozóides recém-formados são transportados para o epidídimos, onde completam seu amadurecimento e ficam armazenados até sua eliminação.


Ductos deferente: dos epidídimos, os espermatozóides passam para os ductos deferentes. Estes são dois tubos finos, que sobem pelo abdome, contornando a bexiga urinária e fundindo-se abaixo dela para formar o dueto jaculatório, que desemboca na eretra.


Glândulas seminais: localizadas atrás da bexiga produzem uma secreção viscosa e a laçam no dueto jaculatório, no clímax da excitação sexual. Essa secreção constitui até 85% do volume total do sêmen e nutri os espermatozóides.


Próstata: localiza-se abaixo da bexiga. A secreção prostática constitui cerca entre 15% 30% do esperma, é lançada na uretra e no ducto ejaculatório por uma série de pequenos canais.


Glândulas bulbouretrais: desembocam na uretra. Liberam um líquido durante a excitaçao sexual que contribui para a limpeza do canal da uretra, antes da passagem do esperma.


Gonadotrofinas : FSH E LH

Agem sobre os testículos estimulando a produção de testosterona.


RESUMO / FADU - Filo Porifera ( esponjas )

Esponjas são animais com organização corporal simples, sem tecidos nem órgãos, que vivem fixados a substratos submersos como rochas, madeira, conchas, etc.


Organização corporal: o corpo das diversas espécies de porífero varia quanto à forma, à cor, e ao tamanho. Apesar da variedade de formas, o corpo de um porífero pode ser descrito simplificadamente como um cilindro oco,fechado na base e com uma abertura relativamente grande no topo, o ósculo. Externamente o corpo de um porífero é revestido por células achatadas, os pinacócitos, entre as quais se distribuem, a espaços regulares, os porcinos. Estas células apresentam um poro central que as atravessa de lado a lado, pelo qual a água penetra no corpo do animal. Nas espécies com forma simples, a água que atravessa os pórocitos atinge diretamente a cavidade interna, a espongiocela, saindo em seguida através do ósculo. A espongiocela de polímeros simples e certas câmaras internas de poríferos mais complexos é revestida por células dotadas de flagelos, os coanócitos. O batimento desses flagelos gera um fluxo contínuo de água através do corpo do animal, trazendo partículas nutritivas e gás oxigênio, e removendo excreções e gás carbônico produzidos na atividade celular. Ao passar entre as projeções citoplasmáticas que formam um funil na base do flagelo do coanócito, as partículas alimentares são capturadas por fagocitose e por pinocitose e digeridas intracelularmente. Entre as camadas de pinacócitos e coanócitos há uma fina matriz gelatinosa, o mexo-hilo, onde se deslocam células amebóides totipotentes, capazes de originar todos os tipos, celulares do animal, são os amebócitos, ou arquiócitos.


Sustentação esquelética:

No meso-hilo localizam-se os elementos de sustentação esquelética das esponjas produzidos por células especiais, os escleroblastos. Epiculas são estruturas microscópicas de carbonato de cálcio ou de sílica com formatos de pequenas agulhas, estrelas, etc. elas compõem o escleroblastos.


REPRODUÇÃO


Reprodução assexuada :

na reprodução assexuada por brotamento formam-se expansões, ou brotos, que crescem e se separam do organismo genitor. Em condições ambientais adversas certas esponjas de água doce formam estruturas resistentes, as gêmulas.


Regeneração:

Um pedaço descartado do corpo de uma esponja pode originar um animal completo.


Reprodução sexuada:

A maioria dos poríferos é hermafrodita ou seja, forma gametas de ambos os sexos. A espécies também dióicas, em que os sexos são separados. Os óvulos em geral permanecem na esponja enquanto os espermatozóides são liberados. A fecundação acontece no mexo-hilo.